![]() |
| O animal homenageado desta semana em ((o))eco é a Arara-canindé (Ara ararauna), também conhecida como arara-de-barriga-amarela, canindé, arara-amarela e ara-arauna. Trata-se da arara apaixonada de Affonso Romano de Sant’Anna, que sai da Floresta da Tijuca para se encontrar com seu amado preso na gaiola do zoológico.
Estivessem juntos, fariam seu ninho entre dezembro e maio, provavelmente no buraco do tronco de uma grande palmeira morta, uns 20 metros acima do solo. Em seu ninho, haveria 2 ovinhos que levariam entre 3 e 4 semanas para chocar. Não ficariam paradas. Logo que pudessem, buscariam outras paragens, já que migram em busca de alimento, uma dieta a base de sementes, frutas e nozes. Além do Brasil, as Araras-Canindé habitam desde o leste do Panamá até o Paraguai. Gostam de viver em pares ou trios. Esses núcleos continuam a existir mesmo quando vários se juntam para formar bandos de até 30 indivíduos. Apesar de não ser considerada ameaçada, há aqueles que gostam de mantê-las em gaiolas. Amam as aves, dizem. Melhor seria se este amor não tivesse grades. Foto: Edgard Onoda Conheça outros Animais da Semana ((o))eco
Capivara: mães dedicadas até debaixo d’água Quanto mais caramujo, mais gavião-caramujeiro Canário-da-terra-verdadeiro: um pássaro, não um lutador de ringue A imponente arara-vermelha |
Leia também
Justiça arbitra disputa sobre EIA/Rima de aeródromo no Porto do Açu
Inea sustenta que estudo é indispensável para autorizar exploração comercial do heliporto da Aeropart, incluindo cobrança de tarifas →
Justiça climática, por uma transição inclusiva nos modelos de produção
A justiça climática, combinada à reparação histórica, garante que os grupos mais afetados tenham sua voz ouvida e acesso a recursos →
Super-ricos esgotam em dias sua cota anual de carbono, aponta relatório da Oxfam
Relatório expõe concentração extrema das emissões entre super-ricos, influência política sobre a agenda climática e impacto desproporcional sobre populações mais vulneráveis →






