
Dos gabinetes de Brasília ao fundo do Mar, passando pelo Cerrado e outras paragens, Fabio Olmos e Aldem Bourscheit revelam as últimas notícias sobre conservação e política ambiental.
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| Migrações e disputas estaduais |
| 10/11/2009, 13:39 | |||||||
Aprovar alterações no Código Florestal propostas por ruralistas como a autonomia estadual para legislar sobre proteção de florestas nativas provocará migrações de produtores e uma "guerra" baseada nos diferentes índices de reserva legal, diz o diretor de campanhas do Greenpeace Sérgio Leitão.Para ele, estados que fixarem índices legais de preservação baixos se tornarão mais "atrativos" ao modelo tradicional de produção, fundamentado no desmatamento da maior área possível em cada propriedade. "Essas disputas podem trazer migrações e perdas comerciais. Por isso o tema das florestas não é de interesse local, precisa de regulação federal, assim como ocorre com as questões tributárias", ressaltou. O ativista também lembra que a legislação brasileira defende ao menos 25% de florestas nas propriedades rurais desde 1934, para "produção de água e reserva de madeiras". Por isso critica os ataques frequentes de quem ainda vê nas reservas legais um entrave à produção no campo. "O Brasil não pode inovar nesse setor? Temos que copiar de fora só o que oferece menos proteção ambiental?". "Precisamos quebrar a capa dura de interesses atrasados defendidos por parte do setor ruralista e trabalhar com interesses de longo do prazo do país", completou. Saiba mais: Anistia é com Carlos Minc Incongruências ruralistas Um código com 111 anos de desconversa Código foi feito para agricultura A Ciência e a verborragia ruralista ![]()
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Aprovar alterações no Código Florestal propostas por ruralistas como a autonomia estadual para legislar sobre proteção de florestas nativas provocará migrações de produtores e uma "guerra" baseada nos diferentes índices de reserva legal, diz o diretor de campanhas do Greenpeace Sérgio Leitão.