Participo de viagens à Antártica desde 1984. Praticamente desde quando a Estação Brasileira passou a ser operacional. De lá para cá fiz 11 viagens. Além de fotografias fizemos também alguns documentários em vídeo.
Trabalhar na Antártica, para se obter imagens, não é muito diferente de outros locais. O branco nem sempre é um problema. O que mais incomoda é o céu nublado que predomina na região. O frio também pode atrapalhar porque enfraquece as baterias. Mas é só ter uma de reserva num bolso quente que nunca vai ficar sem fotografar.
Os animais colaboram como em nenhum outro local da Terra. Lá ninguém precisa de teleobjetiva. Os bichos estão sempre por perto e permanecem por perto. Não temem a presença de pessoas.
É o local mais impressionante da Terra. Nem parece nosso planeta.
Acabamos de publicar um novo livro que conta a história dos primeiros 25 anos de atividades do Brasil na Antártica. Pode ser adquirido no site: www.avisbrasilis.com.br. Só temos 100 exemplares para atender aos interessados.
Leia também
Galeria: Mais antiga Reserva Biológica do país, Poço das Antas completa 52 anos
Lar do mico-leão-dourado, Unidade de Conservação localizada no Rio de Janeiro é habitat de oito espécies em extinção; Rebio foi criada durante a Ditadura →
Em meio à guerra com petróleo como protagonista, mais de 50 países avançam na descarbonização
Estudo liderado por grupo internacional de organizações mostra que 46 países já têm políticas para fim da dependência no petróleo. Outras 11 nações querem reduzir oferta →
Fim da Moratória da Soja pode colocar 13 milhões de hectares de floresta em risco
Estudo de pesquisadores da UFMG, Trase e ICV afirma que saída de tradings do acordo pode ampliar pressão sobre áreas de vegetação nativa no bioma →



