View Mekong – Golfinhos in a larger map |
O WWF publicou nesta quarta-feira um novo estudo com dados sobre a população do golfinho-de-Irrawaddy (Orcaella brevirostris), mais conhecido como golfinho do Mekong, bacia hidrográfica mais importante de todo o Sudeste Asiático. De acordo com o novo levantamento existem apenas 85 indivíduos da espécie ainda na natureza. Isso a torna como uma espécie com ameaça crítica de extinção. Há anos, ela já está presente na lista vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) .
Essa contagem revelou que a população era maior do que se pensava, mas a tendência é de declínio no número de indivíduos. Ainda não se sabe as razões exatas, mas o que se observa é que os filhotes raramente estão chegando à idade adulta, explica o estudo que foi publicado no periódico Ecosphere.
Apesar do nome do golfinho derivar do nome de um rio em Miamar, ele só é encontrado agora em uma faixa de 190 quilômetros no Mekong entre o sul da República do Laos e o Reino do Camboja. Os dois países já possuem leis que proibem a pesca do golfinho, mas tudo indica que redes de pesca é uma das causas da alta mortalidade entre os filhotes.
Para saber mais sobre os golfinhos-de-Irrawaddy, vale visitar a página do WWF Internacional.
Abaixo um vídeo e mais fotos disponilizadas pelos pesquisadores
%20WWF-Cambodia,%20Gerard%20Ryan%20(1).jpg)
Leia também
Estudo alerta para riscos sanitários da BR-319 e da mineração de potássio no Amazonas
Pesquisadores apontam que obras de infraestrutura e mineração podem mobilizar microrganismos com potencial patogênico, ampliando riscos ambientais e de saúde pública na Amazônia Central →
Fórum do Mar Patagônico cobra protagonismo regional na implementação do tratado do alto-mar
Coalizão de ONGs do Brasil, Argentina, Uruguai e Chile destaca a entrada em vigor do acordo e defende liderança regional para proteger áreas-chave do alto-mar e a biodiversidade marinha →
Bom senso e planejamento não são opcionais no montanhismo
O caso recente do rapaz que se perdeu no Pico do Paraná ilustra uma era onde “chegar ao topo” atropela o respeito pelo caminho – e pela montanha →



