Notícias

Abreu e Lima (PE): energia eólica para luminárias públicas

Com menos de 100 mil habitantes, município próximo ao Recife abraça tecnologia do vento para iluminar as ruas da cidade com lâmpadas LED.

Celso Calheiros ·
23 de março de 2012 · 14 anos atrás
Dois modelos de miniturbinas de energia eólica que ficarão no alto de postes públicos no município de Abreu e Lima. Foto: José Jorge Filho
Dois modelos de miniturbinas de energia eólica que ficarão no alto de postes públicos no município de Abreu e Lima. Foto: José Jorge Filho

A troca da iluminação pública por lâmpadas mais econômicas é uma tendência, em todo mundo. Em Pernambuco, o município de Abreu e Lima, com menos de cem mil habitantes, anunciou a troca da iluminação hoje feita por lâmpadas de vapor de sódio e mercúrio por LEDs, que utilizarão energia gerada por miniturbinas eólicas. Elas ficarão no alto de pequenas torres com oito metros de altura e irão produzir até 1KVA de energia, suficiente para iluminar 33 lâmpadas.

O sistema foi desenvolvido pelo Conselho Euro-Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável (Eubra) (http://www.eubra.org/), com o Centro de Tecnologia Climática Avançada (CTCA). O prefeito de Abreu e Lima, Flávio Gadelha (PMDB-PE), destacou a redução no custo da conta de luz. “Vamos economizar cerca de 70% da conta e desafogar o fornecimento da rede nos horários de pico”, disse ao anunciar o programa na última segunda-feira, dia 19/03/12.

Leia também

Notícias
24 de fevereiro de 2026

Rio adia votação de projeto que concede áreas verdes para a iniciativa privada

Projeto de autoria do vereador Pedro Duarte (PSD) pretende mudar a Lei Orgânica do Município; medida permite concessões por até 35 anos

Salada Verde
24 de fevereiro de 2026

BBB do mundo animal – onça pintada desfila para câmeras no Parna Iguaçu

Cacira, uma fêmea provavelmente com filhote ainda em fase de amamentação, foi registrada passando em frente à sede do parque. Vem dar uma espiadinha!

Colunas
24 de fevereiro de 2026

Quem escreveu as regras do Alto-Mar?

Novo tratado da ONU mostra que a América Latina não foi apenas espectadora, mas atuou de forma decisiva na construção de uma governança mais inclusiva para o oceano

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.