Somando todas as turbinas eólicas que foram instaladas até o final de 2010, tem-se a capacidade mundial de gerar 430 Terawatt-hora (TWh) anuais, mais que o total da demanda de eletricidade do Reino Unido, sexta economia do mundo. “Esse aumento da participação da eólica no mundo está relacionado a diversos fatores. Entre eles está a necessidade de os países poderem contar com uma fonte de energia segura. Além disso, o seu custo de instalação está diminuindo e ela é livre de emissão de CO2 e outros gases poluentes, além dos menores impactos sobre o meio ambiente”, afirma Stefan Gsänger, secretário geral da WWEA.
No Brasil, dados da Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica mostram que em maio deste ano o país atingiu pela primeira vez 1 gigawatt-hora (GWh) de energia eólica e sua capacidade instalada só vem crescendo nos útlimos anos. Atualmente, os ventos estão produzindo 1,073 GWh, potencial que pode abastecer uma cidade de 1,5 milhão de habitantes, e a eólica já corresponde a 1% da matriz energética brasileira.
Um dos destaques nacionais na produção de energia a partir dos ventos, este ano, foi os Parques Eólicos de Osório, no Rio Grande do Sul. O forte vento Sul que soprou na região, no mês de junho, porporcionou o recorde histórico de produção de energia nos Parques, desde a sua entrada em operação em janeiro de 2007. Foram gerados 3560 MWh e das 24 horas do dia, 98,9% do tempo a usina esteve em produção máxima.
Veja a quantidade de energia eólica (em megawatt) que cada região do mundo produz. Fonte: WWEA
{iarelatednews articleid=”25074,25014,24675″}
Leia também
Estudo alerta para riscos sanitários da BR-319 e da mineração de potássio no Amazonas
Pesquisadores apontam que obras de infraestrutura e mineração podem mobilizar microrganismos com potencial patogênico, ampliando riscos ambientais e de saúde pública na Amazônia Central →
Fórum do Mar Patagônico cobra protagonismo regional na implementação do tratado do alto-mar
Coalizão de ONGs do Brasil, Argentina, Uruguai e Chile destaca a entrada em vigor do acordo e defende liderança regional para proteger áreas-chave do alto-mar e a biodiversidade marinha →
Bom senso e planejamento não são opcionais no montanhismo
O caso recente do rapaz que se perdeu no Pico do Paraná ilustra uma era onde “chegar ao topo” atropela o respeito pelo caminho – e pela montanha →



Quais os nomes dos 86 paises que utilizam Energia Eolica