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Fazer o quê…

Tasso Azevedo se mostrou conformado com o prêmio. "É uma pena que continuem chamando um plano de manejo de desmatamento, é no mínimo uma falta de entendimento", disse. Segundo ele, o que apoiou quando foi diretor de Florestas foi a interrupção de um desmatamento de 70 mil hectares para plantio de grãos e a substuição do investimento por um plano de manejo em vegetação de caatinga. Aliás, Tasso sustenta que quem acha que em Serra Vermelha existe Mata Atlântica, está equivocado. "A área é uma transição entre Cerrado e Caatinga", observa.

Redação ((o))eco ·
16 de abril de 2007 · 19 anos atrás

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