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Homem exibe uma bolota de mercúrio. Companheiro e veneno do dia a dia do garimpo. Foto: Victor Moriyama

Homem exibe uma bolota de mercúrio. Companheiro e veneno do dia a dia do garimpo. Foto: Victor Moriyama

Forsberg alerta sobre um fenômeno menos conhecido: "Em fios de cabelo de pessoas que vivem no Alto Rio Negro, no estudo que fizemos no Amazonas, encontramos concentrações de mercúrio 7 vezes maior do que no Madeira ou Tapajós. E no Alto Rio Negro não temos garimpo", diz. A razão e a combinação entre o mercúrio encontrado naturalmente na região e a presença de bactérias capazes de transformar o metal em compostos orgânicos.