Se você leu as razões pelas quais ainda vale a pena organizar um Dia Mundial Sem Carro, vai entender por que tem muita gente que ainda se mobiliza para realizar atividades especiais para a data, principalmente em São Paulo.
De coletivos autônomos e organizações não-governamentais dos mais diversos segmentos, até empresas privadas e o poder público, em 2012 tem muita gente participando do DMSC. São programações oficiais e extra-oficiais, para quem pedala ou apenas acredita que a cidade pode ser um lugar melhor de se viver e conviver.
Os interesses podem ser os mais diversos (é ano de eleição e a bicicleta está cada vez mais presente no debate eleitoral), mas todos convergem para ações que pretendem promover uma reflexão sobre questões ambientais, de mobilidade urbana, qualidade de vida e, ao mesmo tempo, estimular a convivência entre as pessoas.
Neste ano, entidades e coletivos voltaram a se reunir em rede para organizar atividades na região da Paulista. A Semana da Mobilidade ganhou diversas programações, algumas delas que já vêm sendo realizadas há alguns anos, como a Vaga Viva, organizada na sexta-feira (21/09).
Já no dia 22, a avenida Paulista será ocupada por coletivos e entidades que promoverão diversas atividades. Oficinas para aprender a pedalar, de conserto de bicicletas, exposições e música fazem parte da Praia na Paulista.

Leia também
Evento debate caminhos para financiar restauração ecológica e conservação no RJ
Encontro estadual irá discutir Cotas de Reserva Ambiental e mecanismos de financiamento no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, nos dias 1 e 2 de dezembro →
Organizações planejam ir ao STF contra derrubada de vetos do PL do Licenciamento
Parlamentares “recriaram” PL da Devastação, ao derrubar 56 dos 63 vetos feitos por Lula na nova lei sobre licenciamento. Manifestação é organizada para domingo →
Oceano ausente nos documentos finais da COP30, mas com avanços em acordos paralelos
A COP30 foi um marco inicial da inclusão do oceano na diplomacia climática, mas falhou ao não dar o destaque que o ambiente marinho merece tanto quanto as florestas →




