Ministérios do Meio Ambiente e das Minas e Energia, além da Casa Civil, seguem recebendo críticas à proposta de decreto que, segundo espeleólogos, pode facilitar a destruição de oito em cada dez cavernas brasileiras. A Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE) e o Espéleo Grupo de Brasília (EGB) enviaram ofícios aos órgãos públicos onde levantam o risco da "elaboração de uma proposta unilateral, na qual prevaleceriam interesses econômicos". Todos querem mais debates e participação real da sociedade civil no processo. "A destruição de cavernas não é uma medida aceitável para angariar recursos a fim de preservar as cavernas que restarem. Cabe ao Estado e à Sociedade garantir a conservação deste importante patrimônio, além disso, o governo não pode dispor de nossas cavernas como forma a conseguir recursos para cumprir suas obrigações". Um abaixo-assinado eletrônico também foi organizado.

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