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A tal da sustentabilidade PDF Imprimir E-mail
Fernando Fernandez   
14/11/2008, 08:00
Nem sempre assim é, mesmo se lhe parece.
Parafraseando William Shakespeare, em “As you like it”


Não, não adianta: você não pode escapar de ler ou ouvir a palavra “sustentabilidade”, ainda hoje, em algum lugar.

Poucas palavras, hoje em dia, estão tão na moda quanto sustentabilidade. Ela é repetida à exaustão - seja nos jornais, na TV ou na internet; seja nos discursos dos políticos ou nos anúncios das mais variadas empresas. Pode-se dizer que “sustentabilidade” é quase um mantra dos nossos tempos pós-modernos.

Podemos traçar a origem da popularidade da palavra “sustentabilidade” ao conceito de “desenvolvimento sustentável”, definido formalmente pela primeira vez no Relatório Brundtland em 1987 como “desenvolvimento que atende às necessidades do presente sem comprometer a habilidade das gerações futuras atenderem às suas próprias”. Esse conceito tornou-se imensamente popular nas últimas décadas, como a panacéia que permitiria conciliar o desenvolvimento com a necessidade cada vez mais óbvia de não destruir a própria base de recursos da qual o desenvolvimento dependia. A palavra sustentabilidade, embutida no conceito, tomou então conta da mídia. Toda hora fala-se que esse ou aquele recurso natural está sendo explorado de forma sustentável.

À primeira vista podemos pensar que isso é ótimo. Devemos então estar cercados de práticas de exploração sustentável de recursos naturais, permitindo manter os tais recursos para as gerações futuras. Ah, sim, claro, conservando a natureza também.

Será?

Nos últimos anos, vários pesquisadores têm estudado a questão de se algumas explorações de recursos naturais apresentadas como sustentáveis de fato o são. Um deles foi o paraense Carlos Peres, que com vários colaboradores estudou se era ou não sustentável a exploração da castanha-do-Pará. Na natureza, esses frutos da castanheira (Bertholletia excelsa) são abertos por cutias. As cutias muitas vezes enterram as sementes para consumi-las depois, mas são uns roedores desmemoriados que muitas vezes esquecem onde enterraram as sementes, que então germinam. Hoje o florescente mercado internacional para as chamadas “Brazil nuts” tem deixado pouca coisa para as cutias. A exploração da castanha-do-Pará por populações locais na Amazônia tem sido frequentemente apontada como um exemplo de exploração sustentável – uma das “jóias da coroa” do governo Lula no que se refere ao “uso sustentável” de recursos naturais.

O estudo de Peres e seus colegas foi publicado na Science, a mais prestigiosa revista científica do Mundo (Science, 302: 2112-2114, 2003). Foi um estudo muito amplo. Em nada menos que vinte e duas localidades espalhadas pela Amazônia - a maioria delas no Brasil, mais algumas no Peru e na Bolívia - os autores mediram todas as castanheiras maiores que 10 cm DAP (Diâmetro à Altura do Peito). As árvores jovens, ou seja, as que ainda não produzem frutos, são aquelas com DAP menor que 60 cm. É, castanheiras são árvores bem grandes. O estudo comparou a freqüência de árvores jovens em localidades com diferentes antiguidades e intensidades de exploração.

Os resultados foram claros e perturbadores. A proporção de árvores jovens variava de 31 a 76% nas cinco localidades onde não havia exploração de castanhas-do-Pará. Caía para 10,6 a 47% nas dez localidades pouco exploradas, e para 3,8 a 25% nas cinco localidades moderadamente exploradas. Já nas três localidades persistentemente exploradas, a proporção de castanheiras jovens caía para ínfimos 0,7 a 1,6% - dezenas de vezes mais baixa que a proporção normal. Pior, em uma dessas três localidades as poucas castanheiras jovens eram rebrotamentos de árvores quebradas por ventos, as quais não se reproduzem mais. Ou seja, as populações exploradas tendem a ser populações velhas, com poucas árvores jovens.

A conclusão de Peres e seus colaboradores resume tudo com perfeição: “a mensagem clara é que as práticas de coleta de castanha-do-Pará  não são sustentáveis a longo prazo”. Por algumas décadas, a produção pode até ser mantida porque as castanheiras vivem e frutificam por muito tempo. Mas depois que as árvores adultas de hoje morrerem nas áreas exploradas, não há quase árvores jovens vindo depois para substituí-las. Ou seja, a segunda e tranquilizadora parte da definição de sustentabilidade, “sem comprometer a habilidade das gerações futuras atenderem às suas próprias [necessidades]” acabava de ir para o espaço.

Num estudo mais recente, também na Amazônia, Plinio Sist e Fabrício Nascimento, dois pesquisadores da EMBRAPA, analisaram a sustentabilidade da chamada “exploração madeireira de baixo impacto” (“reduced impact logging” ou RIL) (Forest Ecology and Management, 243: 199-209, 2007). RIL é uma técnica pela qual apenas as árvores acima de um certo diâmetro, das espécies comerciais, são retiradas, deixando as demais árvores no lugar. A área estudada, na Fazenda Rio Capim, em Paragominas (Pará), era explorada pelo grupo CIKEL – Brasil Verde. Um detalhe muitíssimo importante, a “sustentabilidade” da exploração na Fazenda Rio Capim é certificada pelo FSC (“Forest Stewardship Council”), a mais tradicional e exigente entidade internacional que fornece selos verdes para companhias de exploração madeireira no Mundo.  

Sist e Nascimento fizeram um planejamento experimental cuidadoso, e coletaram uma imensa quantidade de dados. Antes do corte das árvores, utilizaram duas linhas de amostragem, cada uma incluindo nove áreas amostrais de 100 x 100 metros cada. Em cada área, identificaram e mediram nada menos que todas as árvores com DAP igual ou maior que 20 cm – um trabalho hercúleo. Depois da extração das árvores comerciais, verificaram quantas das restantes árvores da floresta haviam sido mortas ou danificadas por esse processo. Além disso, usando dados sobre o crescimento das árvores, calcularam quanto tempo as árvores comerciais levariam para repor o estoque que havia sido retirado. Um ciclo de 30 anos – ou seja, 30 anos entre extrações sucessivas de madeira da mesma área – é o recomendado por lei na Amazônia brasileira.

Novamente os resultados foram perturbadores. Sist e Nascimento estimaram que apenas metade do estoque das madeiras comerciais poderia ser reposto após o ciclo “legal” de 30 anos. Ou seja, novamente a exploração dita sustentável na verdade não é sustentável, pela própria definição. Pior que isso, é preciso olhar também a questão da conservação ou não da floresta como um todo. Os dois pesquisadores encontraram que em média nada menos que 13,9% das árvores restantes de cada área haviam sido mortas, mais 6,7% danificadas com diferentes graus de severidade, durante a extração das árvores comerciais. A abertura do dossel – ou seja, as “falhas” na continuidade do topo da floresta – tinha duplicado a triplicado. Em resumo, trata-se de uma exploração de recursos que não permite manter os níveis desses recursos para as gerações futuras, e além disso causa um dano considerável à floresta. Olhe bem que a CIKEL tem sido considerada um dos melhores exemplos de bom manejo florestal - imagine as outras companhias. Sist e Nascimento foram ainda mais além e apontaram que a não-sustentabilidade que eles verificaram não era em absoluto um resultado isolado, mas sim similar ao de outros estudos desenvolvidos no sudeste da Ásia.

Os estudos que discuti são apenas dois, e pode-se perguntar se são apenas exceções a uma suposta regra geral de explorações de fato sustentáveis. Pode até ser, mas não tenho muita esperança disso. De qualquer forma, eles mostram, no mínimo, que alguns dos casos apontados como sendo de exploração sustentável na verdade não o são.

Desculpe, meu caro leitor, se bombardeei você com tantos resultados de demografia. Você tem razão, demografia – o estudo das populações – pode ser um pouco árido às vezes. Tentei colocar tão poucos tediosos números quanto consegui. Mas acredite, os que coloquei foram por uma boa causa. Foram para mostrar que aquilo que um tecnocrata chama de “recurso natural” eu chamo de “população biológica”. Qualquer uso de uma população de animais ou de plantas só pode ser sustentável se as entradas de indivíduos para a população (i.e., nascimentos e imigração) continuarem compensando, em longo prazo, as saídas (i.e. mortes e emigração). Como saber isso? Estudando a população em questão. Simples assim. Se uma dada exploração é sustentável ou não, isso é uma questão técnico-científica, fundamentalmente demográfica, que precisa ser respondida com a aplicação de boa ciência. Tudo isso deveria ser o óbvio ululante, como diria Nelson Rodrigues. Mas no nosso Mundo de hoje, onde esse assunto tem sido tão abusado pela ideologia e pela propaganda, às vezes é necessário dizer o óbvio.

Você pode ter notado que tanto o estudo de Peres e colaboradores como o de Sist e Nascimento foram a posteriori, ou seja, visaram analisar a sustentabilidade ou não de uma exploração que já existia e que, em ambos os casos, era dita sustentável. É claro que seria desejável ter estudos a priori, ou seja, testar se a exploração de um dado recurso natural é de fato sustentável antes de autorizá-la. Onde estão os estudos a priori? Pode até haver alguns, mas são raríssimos. Noventa e seis por cento das reservas extrativistas brasileiras não têm sequer plano de manejo, quanto mais avaliação de sustentabilidade. Ora, então, a pergunta que não quer calar é: se quase não há estudos a priori, por que a gente ouve falar que tantas atividades são sustentáveis?

Por uma razão muito simples: porque na grande maioria das vezes a palavra sustentabilidade não tem sido usada em seu sentido real. Quando um empresário diz que sua empresa é sustentável, na maioria das vezes o que ele realmente está dizendo é “estou tendo cuidado com as questões ambientais”. Quando alguém de uma associação extrativista diz que uma exploração é sustentável, de modo geral o que ele realmente está dizendo é que “nossa atividade é menos destrutiva que outros usos da terra que poderiam ser feitos aqui”. Tanto uma afirmação como a outra podem muito bem estar corretas - ou não, dependendo do caso. Mas nem uma coisa nem outra quer dizer, necessariamente, que as atividades em questão sejam sustentáveis. Isso vale para ambos os sentidos que mencionei aqui – tanto o sentido de fornecer recursos para as gerações futuras, como o sentido da demografia da própria espécie explorada.

Tomando por exemplo a própria castanha-do-Pará, pode ser verdade que explorar castanheiras tenha menos impacto que derrubar tudo e criar bois, mas nem por isso a exploração da castanha será sustentável. Caso não seja, isso trará a ruína não só da população biológica explorada, mas também das populações humanas estimuladas a depender de um recurso que não está conseguindo se renovar. Sustentabilidade ilusória não é bom para ninguém, muito menos para quem depende dela. Já ouvi o argumento “Ah, sim, mas até lá eles já vão estar usando outro recurso”. Isso, claro, depois da população explorada originalmente ter sido dizimada. Ei, peraí, que diabo de sustentabilidade é essa?  

A demografia, ou seja, o estudo das populações naturais, é um dos temas centrais da ciência fascinante, mas tão mal compreendida, que é a ecologia. A ecologia é a ciência que estuda as relações dos seres vivos entre si e com seu ambiente. Tem sido confundida com uma de suas aplicações, ou seja, os problemas ambientais. Mas há hoje uma forte ecologia acadêmica no Brasil, uma das melhores do Mundo, com muitos excelentes profissionais. Por que raramente se chama algum deles para avaliar a verdadeira sustentabilidade de alguma coisa, antes de se sair dizendo por aí que é sustentável? De um ponto de vista otimista, talvez seja por desconhecimento de que há por aí gente capacitada a avaliar essas coisas. De um ponto de vista mais pessimista, também pode ser porque quem diz, no fundo, muitas vezes não está interessado na resposta.

Isso pode parecer um detalhe de pouca importância para a conservação. Mas não é. Muito da popularidade da palavra sustentabilidade vem do fato de que ela soa tão bem. Antes de mais nada, claro, diz o que todos nós queremos ouvir. Depois, parece tão técnica que quem ouve geralmente supõe que para alguém estar dizendo isso, certamente deve haver profundo conhecimento técnico por trás para embasar. Por isso mesmo sustentabilidade, se mal usada, é uma palavra muito perigosa. É a chave mágica que abre todas as portas para exploração de populações biológicas em áreas que de outra forma seriam protegidas. É a base filosófica de todo um gigantesco paradigma no qual se assenta a atual política “ambiental” brasileira. Nunca antes na história desse país se demarcou tantas “reservas de desenvolvimento sustentável”, em muitos casos sem se fazer a mínima idéia se a exploração estimulada com o nosso dinheiro é de fato sustentável. Se tudo isso for um gigante de pés de barro, estamos em maus lençóis.

Sustentabilidade, palavra perigosa: use com cuidado. Usar levianamente um conceito de tal importância é desastroso para as gerações futuras da própria definição, assim como para a conservação da biodiversidade. Como qualquer outra pessoa preocupada com o bem estar social da humanidade, adoraria ser convencido que qualquer utilização de recursos naturais seja de fato sustentável. Mas para isso é preciso ter argumentos convincentes que o demonstrem, não basta presumir que algo é sustentável só porque gostaríamos que assim fosse.
Comentários
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Muita lucidez do Fernandez!
Ocelote 14/11/2008 06:10:17

É sempre bom quando mentes lúcidas e brilhantes nos brindam com argumentos que
apontam para a necessidade da sociedade repensar conceitos...O Fernando
Fernandez tem sido um dos cientistas que mais contribuem com esta visão
crítica de conceitos já bastante batidos e tido como dogmas...mas vazios em
conteúdo.
É preciso confessar que eu mesmo tenho abusado do tema
"sustentabilidade" (talvez por falta de outro..), mas entendo os limites
disso, e sei onde falha em várias situações. Precisamos discutir um conceito
menos vago, que nos aponte uma direção mais segura e clara do que estamos
querendo dizer e fazer.
Conceitos são importantes porque dão às pessoas um
norte. Conceitos vagos e distorcidos são como bússolas cujas agulhas giram a
esmo, levando-nos todos à perdição....
Parabéns Fernandez, mais uma vez!!!
Que tal articular um fórum que busque um novo conceito, um novo paradigma, que
realmente leve ao estado de coisas que todos desejamos??

Um desafio para voce
e quem mais quiser pular neste barco. Me incluo nele desde já!
a ilusão da sustentabilidade
Talita Silva 14/11/2008 08:21:02

Olá Fernandez,
Costumo dizer que é impossível ser sustentável quando alguém
interessado em ganhar dinheiro coloca a mão na massa. Já não acreditava nessa
certificação que você cita em seu texto, isso porque elas possivelmente
realizam estudo com populações de uma espécie e extrapolam os dados obtidos
para todas as outras populações, como se cada espécie não tivesse suas
próprias particularidades quanto à biologia e à ecologia. E depois distribuem
certificações para os "sustentáveis".
Há cerca de um mês escrevi
algo sobre esse tipo de sustentabilidade no meu blog; se interessar
(blogecologia.wordpress.com)
Parabéns pelo belíssimo texto; ilumina as idéias
de muita gente!
Até o próximo texto!
Brilhante!
Ferdinando Filetto 14/11/2008 22:32:49

E o "brilhante" não foi somente devido clareza e objetividade do texto,
mas devido a sua lucidez por abordar o tema! Trabalho com o ensino do Ecoturismo
para pós-graduação na Universidade Federal de Lavras e adoto como
conhecimento básico a leitura do "Poema Imperfeito". Temos claro a
necessidade por conduzir nossos discentes a reflexão do que seja
sustentabilidade. A região de Bonito - MS, apresenta-se como uma das
"Mecas" do ecoturismo nacional, com o apelo franco a sustentabilidade.
No entanto os estudos de Sabino & Sazima (1997), indicam que a partir de meados
de 2002 que algumas espécies indicadoras de peixes não foram registradas ou
diminuiram. A ausência de uma espécie de cascudo pode ter origem no impacto
causado pela visitação turística. Desde de 2003, quando tivemos contato com o
artigo (http://www.biotaneotropica.cria.org.br/v3n2/pt/fu
llpaper?bn00403022003+pt), procuramos utilizá-lo como exemplo para a reflexão
da sustentabilidade. E temos outros exemplos! Em nossa área existe o
eco-oportunismo, em que operadoras, agências, guias, condutores, técnicos,
entre outros, fazem uso do termo "ecoturismo" e sustentabilidade como
apelo comercial e nada mais! No fim das contas tudo fica no estético. Pensamos,
por exemplo, que o "Guia de Turismo", em qualquer de sua variações,
não possue conhecimento técnico suficiente para a operação de campo da
atividade ecoturística, pois temos claro que o monitoramento seja elemento
"sine qua non". Se não há monitoramento, não haverão dados para a
composição da capacidade de carga real e que varia ao longo do ano. E tem o
caso da sustentabilidade cultural, onde comunidade modificam suas
manifestações em função da atividade capital. Fernandez, tive o prazer de
conhece-lo durante o CBUC de 2004 em Curitiba...e não fique apreensivo por não
se lembrar, pois sei que muitas pessoas fzem contato. Que fique aqui meu
respeito e adimiração por sua pessoa. Sucesso!!!
Prof. Ferdinando
Filetto
Departamento de Ciências Florestais
Departamento de Educação
Física
Universidade Federal de Lavras MG
Isso sim é preocupação...
Marly dos Santos Lima 20/11/2008 09:52:17

Atualmente, muito se fala sobre a tal Sustentabilidade, e para quem nasceu e
vive na região amazônica como eu, essa "musica" já provoca mau-estar.
Penso que a tal da "sustentabilidade" para muitos, se reduz ao antigo
"desenvolvimentismo" de JK, e estão usando a própria população
amazônida para promover a destruição em massa da floresta, como é o caso das
castanheiras. Todo caboclo conhece o ciclo da castanha, como conhece também o
formidável e incomparável trabalho das "queridas" cotias, que, aliás,
é insubistituível. Será que ninguém pensou nisso? E ainda querem afirmar que
isso é sustentabilidade...entendo que já está na hora de traduzir essa
"música" e mostrar de fato, o que significa SUSTENTABILIDADE.
Fernandes, parabéns por sua iniciativa, precisamos de entendedores de
Sustentabilidade como você para ensinar a quem ainda não entendeu, pois isso
não é de comer,é de fazer.
Nem tudo está perdido...
Ricardo Braga Neto 29/11/2008 11:11:03

A Petrobras acaba de ser excluída do ISE (Índice de Sustentabilidade
Empresarial) da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), índice que reúne
empresas que se destacam por seu compromisso com a responsabilidade social e a
sustentabilidade. O motivo da exclusão é o não cumprimento por parte da
empresa da resolução 315/2002 do Conama, que determina a redução do teor do
enxofre no diesel comercializado no Brasil a partir de janeiro de 2009.
Leia
mais... http://nossasaopaulo.org.br/portal/node/2129
Mais uma vez, brilhante!
Claudia Maia 12/12/2008 14:52:45

Texto esclarecedor e de imprescindível leitura a todos!
É muito prazeroso
acompanhar seu trabalho, aliás, de suma importância ao país (e à
biodiversidade).
Parabéns mais uma vez!
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