
A ACTP possui no momento 13 exemplares da ararinha em seu aviário em Berlim. Segundo comunicado distribuído à imprensa pela organização, as recém-nascidas descendem de um casal de ararinhas com o qual se tem feito cruzamentos desde janeiro desde ano. Como o par nunca havia chocado ovos, a equipe decidiu deixar a tarefa para um casal de araras de cabeça azul (Primolius couloni). Ao mesmo tempo, ovos desta última espécie foram colocados para a fêmea da ararinha, que segundo a equipe da ACTP, “fez um bom trabalho” e garantiu o nascimento dos filhotinhos da arara de cabeça azul.
Ainda há esperança: Ararinha pode retornar ao sertao
Saiba Mais:
ACTP
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Monitoramento do desmatamento no Brasil estará sob risco com Flávio Bolsonaro
Atacado em várias frentes durante presidência de Jair Messias, INPE não merece outra gestão bolsonarista →
Organizações indígenas alertam para riscos socioambientais no segundo turno das eleições
Carta aberta critica o legado do governo Bolsonaro e questiona propostas que podem afetar a proteção ambiental e os direitos dos povos indígenas →
Nova espécie de perereca-de-vidro é descoberta no coração do Cerrado
Anfíbio é o primeiro do gênero registrado na região central do bioma, reforçando a urgência de investimentos em pesquisa e conservação na savana brasileira →
