Uma auditoria interna do Ibama revelou que o desmatamento em assentamentos do Incra em Mato Grosso é 18% maior que o verificado em vistorias anteriores, e que 59% deles aconteceram após 2002, como noticiou O Globo e outros veículos. Isso jogou por terra argumentos do Incra lançados em 2008, quando o Ministério do Meio Ambiente apresentou a lista dos cem maiores desmatadores da Amazônia, com vários assentamentos na relação. O Incra deu o troco, dizendo que o órgão ambiental não sabia o que era legal ou ilegal nessas derrubadas. Procurado por O Eco, o Ibama informou por meio de sua assessoria de imprensa que não comenta o assunto por enquanto.

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