Código (anti) ambiental de Santa Catarina PDF Imprimir E-mail
Luis Eduardo Souto *   
24/03/2009, 15:30
Transcorridos pouco mais de três meses das catástrofes que assolaram o estado de Santa Catarina, em razão das fortes enxurradas e dos descuidos do homem com o meio ambiente, provocando enchentes de toda ordem, deslizamentos de encostas, dezenas de mortos e milhares de desabrigados, além de gigantescos prejuízos econômicos ao Estado, parece que a tragédia sensibilizou o Brasil e o Mundo, mas não a maioria dos deputados catarinenses, determinados que estão para a aprovação do Código Ambiental Estadual, PL 0238.0/2008, prevista para o próximo dia 31 de março na Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina (ALESC).

Das inúmeras alterações realizadas pelo Governo do Estado à minuta inicialmente elaborada por representantes de diferentes segmentos da sociedade civil, entidades públicas e privadas, a mais grave e perigosa de todas as alterações, sem sombra de dúvidas, está na redução das matas ciliares situadas às margens dos cursos d’água, de 30 para 5 metros. A mobilização do setor produtivo, com o apoio explícito do Governo é enorme e bem articulada, confundindo significativamente a opinião pública.

O argumento utilizado é o prejuízo econômico que as áreas de preservação permanente- APPs, situadas ao longo dos rios, ocasiona com a perda de área produtiva na pequena propriedade rural. Segundo informações do Levantamento Agropecuário Catarinense – LAC, 89% das propriedades agrícolas catarinenses são minifúndios de até 50 hectares, representando aproximadamente 167.000 propriedades rurais distribuídas em solo catarinense.

E o argumento é que uma parcela destes está sendo economicamente afetada pelas regras ambientais vigentes. Porém, o que poucos sabem é que, também segundo dados do LAC, dos aproximadamente 6.000.000 de hectares que servem à produção agrícola do Estado, 32,52% pertence a apenas 1,9% dos proprietários rurais, detentores de grandes latifúndios. Este dado deixa explícito que os principais interessados (e beneficiados) com a mudança legislativa não são os pequenos agricultores (que representam 45,68% da extensão fundiária), e sim os grandes.

Com a lei, toda a sociedade catarinense abdicará para sempre de boa parte deste importantíssimo bem ambiental que a todos pertence (as matas ciliares), cuja função prioritária está na preservação dos recursos hídricos, essencial à sobrevivência humana, renúncia esta que servirá, de forma especial, a uma minoria economicamente privilegiada. É justo que isso ocorra?

O que poucos sabem, pasmem, é que o pequeno agricultor familiar, e somente ele, em vista do reconhecido interesse social da sua atividade, já possui autorização legal, pelo próprio Código Florestal (lei 4.771/65) que se pretende revogar, para economicamente utilizar as áreas de preservação permanente, desde que o faça mediante um sistema de manejo agroflorestal sustentável.

Na realidade, nem o Poder Executivo Estadual, nem o Setor Agroindustrial, em vista da redação do art. 115 do projeto de lei, demonstram empenho em contornar o problema pelo caminho da legalidade, estímulo à utilização responsável destas áreas ecologicamente importantes e geração de fontes alternativas de renda ao pequeno agricultor. Aliás, no sistema de integração é fato sabido que desinteressa às agroindústrias que os seus integrados tenham outras fontes de renda. A absoluta relação de dependência faz e sempre fez parte do negócio.

Também é importante que a população saiba que o Ministério Público, com razoabilidade e responsabilidade sócio-ambiental, de forma pontual, há anos, juntamente com a FATMA e outras entidades, mostra-se sensível à causa.

O auxílio vem sendo prestado a milhares de pequenos agricultores com a facilitação da obtenção dos licenciamentos ambientais através de termos de ajustamento de condutas- TACs, que vem sendo firmados e renovados com os diferentes setores produtivos (suinocultura, avicultura, rizicultura, fruticultura, dentre outros), voltados à regularização ambiental de situações consolidadas.

Esses ajustes, em sua maioria, fixam a extensão das matas ciliares a serem protegidas em 10 metros, e não 30 como afirma o setor produtivo, mediante o cumprimento de outras exigências ambientais importantes, com especial destaque para o tratamento e destinação adequada dos resíduos da produção.

É revoltante que projetos de lei voltados a instituição de incentivos fiscais ecológicos, assim como outras iniciativas de estímulo à preservação ambiental e à sustentabilidade da própria atividade econômica continuem sem vez na Assembléia Legislativa.

Se o Código Ambiental Estadual for aprovado com a atual redação, constituir-se-á numa aberração jurídica, eis que afrontará o Estado Constitucional de Direito em desrespeito às regras de competência previstas nas Constituições Federal e Estadual, como bem sabem os senhores Deputados, além de apresentar vício de legitimidade, eis que a sua redação atual não possui o amplo respaldo social, mas principalmente de um segmento, que é o setor produtivo.

E afetará também, de forma direta, a geração presente, tornando-a ainda mais vulnerável às intempéries climáticas, estimulando a ocorrência de novas catástrofes, possivelmente com maior envergadura que as já ocorridas, considerando a importância das matas ciliares na contenção de enchentes em face das previsíveis enxurradas que estão por vir.

Acredito que ainda haja tempo para uma mobilização e forte reação social voltada à reversão do quadro grave que se anuncia e sensibilização de nossos representantes, dispensando complexas batalhas judiciais, desgastantes e custosas aos cofres públicos. Ou aguardemos, mais uma vez, as conseqüências catastróficas de nossa passividade.

* Colunista convidado / Luis Eduardo Souto é Promotor de Justiça e Coordenador-Geral do Centro de Apoio Operacional do Ministério Público de Santa Catarina. O artigo acima foi apresentado no seminário Ambientalis 2009, em Chapecó, entre 17 e 19 de março, na palestra Código Ambiental de Santa Catarina.
Comentários
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Mudanças Climáticas; Aqui em SC já esta acontecend
Tadeu Santos 24/03/2009 16:12:20

Contamos com a atuação do MPE e do MPF nesta empreitada pela defesa da
natureza. Denunciamos aqui o Governo do Estado de SC, com todo respeito, que
parece não saber o que provocando (ou sabe!!!) com esta política de beneficiar
apenas o setor produtivo.

Parabéns ao teor do texto do Promotor Luis Eduardo
Souto.


MUDANÇAS CLIMÁTICAS: AQUI JÁ ESTÁ ACONTECENDO!!!

A lógica
ambiental parece estar andando na contramão da história, pois quem polui é
que está ‘’aparentemente’’ com a razão, em nome de um progresso
injusto e perverso, que utiliza um discurso de salvador da pátria, com a
geração de divisas e empregos, não contabilizando os danos ao meio ambiente e
o comprometimento as necessidades e direitos das futuras gerações. A
gananciosa busca pelo lucro pelas mineradoras causa brutais agressões aos
recursos naturais (hídricos, solo, flora, ar), aos pobres mineiros com a
incurável pneumonoconiose, ou seja, privatizam o lucro e socializam a
poluição.
Os políticos protegem o poder econômico que os financia com apoio
de grande parte da mídia que defende e divulga apenas os interesses de seus
clientes. Está ficando muito difícil combater a poluição aqui no sul de
Santa Catarina, por exemplo, pois sofremos represálias e perseguições, como
também processos judiciais por defender a natureza e uma melhor qualidade de
vida a população.
As bacias hidrográficas do sul de Santa Catarina,
Araranguá, Urussanga e Tubarão estão 90% comprometidas com a poluição
causada pela atividade carbonífera desde a extração até a queima do carvão
mineral (outras atividades como a rizicultura, indústria, lixo e esgoto também
contribuem). A FATMA, órgão licenciador/fiscalizador estadual é totalmente
omissa, portanto cúmplice do caos. Uma outra termelétrica (USITESC 440MW)
será instalada na região do ‘’Furacão Catarina’’, região que já
não suporta mais impactos ambientais. A termelétrica Jorge Lacerda 856MW
continua (sem fiscalização da FATMA) emitindo ininterruptamente gases
venenosos, comprometendo a saúde pública e os recursos naturais da região,
alcançando distâncias de até 300Km dependendo da força dos ventos, bem como
descarrega diariamente, desde 1970, toneladas de CO², pela queima do
combustível fóssil, principal responsável pelo aquecimento global. Uma outra
possibilidade é a evaporação de calor emitida pelas altíssimas chaminés
causarem trombadas d’água repentinas como tem ocorrido na região de entorno
da Usina Jorge Lacerda.
Infelizmente a vanguarda da comunidade ambientalista
brasileira (e os órgãos governamentais também!) está voltada apenas a
Amazônia, priorizando o combate ao criminoso desmatamento, esquecendo, porém
que na verdade os combustíveis fósseis são os maiores responsáveis pelo
atual desequilíbrio da climatologia da terra.
Num trecho entre a Bacia
Hidrográfica do Rio Mampituba e a Bacia do Vale do Itajaí (praticamente o
litoral catarinense) onde os rios nascem nas encostas da Serra Geral e deságuam
no Oceano, principalmente ao sul desta planície, ocorrem as mais violentas
enchentes do país, como a de 1974, em Tubarão e região onde vitimou mais de
250 pessoas, a de 1982 e 1983 em Blumenau com mais de 120 mortos. Repentinas
trombadas d’água, como a do Natal de 1995, em Timbé do Sul que matou 29
pessoas numa só noite em uma localidade abaixo dos Aparados da Serra. No final
de 2008 volta ocorrer na Bacia do Vale do Itajaí (Blumenau) com mais 130 mortos
e no início de 2009, na Bacia do Rio Araranguá ocorreu uma das maiores cheias
da sua história, felizmente sem vitimas.
Neste mesmo cenário catastrófico
ocorrem tornados, ciclones extra-tropicais, mas o que comprova a vulnerabilidade
da região é a ocorrência do inédito e violento ‘’Furacão
Catarina’’, coincidentemente ocorrido numa das regiões que mais emite CO²
pela queima de carvão mineral da América Latina. Alertamos que as altíssimas
chaminés também emitem muito calor promovendo evaporação consequentemente
desequilibrando a climatologia da região.
As citadas adversidades que ocorrem
neste pedaço de Brasil deveriam também ser objeto de estudo, atenção e
investigação pelas universidades regionais, pelas king ONGs, pela comunidade
científica e pelo Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.

OBS. Neste mês
de Março dois fatos motivados pelo Governo Federal deixaram a comunidade
ambientalista ainda mais preocupada com a caótica situação ambiental da
região: Primeiro foi a extinção do Comitê Gestor para Recuperação
Ambiental da Bacia Carbonífera do Sul de SC e a eleição da Senadora Ideli
Salvatti – defensora da queima do combustível fóssil carvão, para ocupar a
Presidência da Comissão de Mudanças Climáticas do Congresso Nacional.


www.sociosnatureza.blogspot.com / www.tadeusantos.blogspot.com

Sócios da
Natureza - Desde 1980 dedicando-se voluntariamente a causa ambiental da região
sul de Santa Catarina.

Araranguá SC, Março/2009.
Que Estado é Este?
João de Deus Medeiros 24/03/2009 18:18:56

Hoje ouvi de um conterrâneo catarinense que ele tem sentido vergonha de ser
catarinense. São fatos como esse malfadado PL que tornam compreensível tal
sensação. Não obstante o retrocesso que configura a politica ambiental do
governo de SC, a questão central aqui me parece outra. Se as autoridades do
governo, incluindo o Sr. Governador, bem como os Senhores De****dos estaduais
estão fartamente alertados da inconstitucionalidade flagrante da proposta e
mesmo assim insistem na sua aprovação, não seria o caso de se cogitar o
"impedimento" de continuarem nos seus cargos?
Aparentemente as citadas
autoridades desconhecem os preceitos do artigo 37 da Constituição Federal.
NÃO ENTENDO MAIS NADA
Izabel Araújo 25/03/2009 04:01:55

Pelo que sei, as leis estaduais NÃO PODEM ser menos restritivas que as
federais. Vão rasgar o Código Florestal?
Não é inconstitucional?
Florestas Ciliares como Corredores de Biodiversida
Carlos Eduardo Zimmermann 25/03/2009 05:33:07

Sou biólogo e trabalho em pesquisa e conservação de aves. Recentemente
terminamos um estudo de dois anos nas florestas ciliares do Rio Itajaí na
cidade de Blumenau, dentro de uma APA denominadas APA das Ilhas Fluviais do Rio
Itajaí.

A floresta presente não é o melhor exemplo de cumprimento do
Código Florestal Brasileiro,mas, nesta APA encontramos 180 espécies de aves,
registros inéditos para SC, espécies ameaçadas de extinção, raras e pouco
conhecidas.

Também fica evidente que nesta área de apenas 40 hectares, uma
diversidade tão grande de espécies de aves só pode ser explicada pelo efeito
de corredor ecológico ou de biodiversidade que exerce estas já estreitas
faixas verdes.

Nosso trabalho deixa claro a loucura que é a proposta deste
novo Código Ambiental de SC.
SOS Santa Catarina
Antonio 25/03/2009 05:41:51

Repassando, mas mesmo que seja aprovada isso vai de encontro a legislação
federal. A excessão fica para as áreas urbanas já antropizadas.
Abraçoss,
Onice
Políticos a serviço da especulação...
Wigold B. Schaffer 25/03/2009 06:00:54

Essa proposta de “Código anti-Ambiental de Santa Catarina” é um dos mais
graves retrocessos e atentados ao bom senso e à inteligência do povo de Santa
Catarina, promovida por meia duzia de políticos a serviço da especulação
imobiliária e de interesses ruralistas. É necessário denunciar essa
iniciativa e trabalhar contra a aprovação dessa barbaridade e de todas as
outras iniciativas contra o meio ambiente, especialmente aquelas que querem
acabar com as APPs, a Reserva Legal e as Unidades de Conservação, visto que ao
fim e ao cabo, tais iniciativas acabam se voltando contra o bem estar e a
segurança da sociedade.
Justiça manda cumprir lei ambiental federal
Wigold B. Schaffer 25/03/2009 06:06:34

Enquanto o governador e boa parte dos de****dos articulam um atentado contra a
legislação ambiental, o TRF4 suspende obras em APP em Blumenau...uma das
cidades mais castigadas pelas enchurradas de 2008...ainda existe
esperança.

OBRAS DE EMPREENDIMENTO PRóXIMO AO RIO ITAJAí-AçU SEGUEM
SUSPENSAS

O desembargador federal Luiz Carlos de Castro Lugon, do Tribunal
Regional Federal da 4ª Região (TRF4), negou recurso interposto contra a
liminar que impede a continuidade das obras do empreendimento "Residencial
Brisa da Boa Vista", próximo ao Rio Itajaí-Açu, em Blumenau (SC). A
decisão do TRF4 foi publicada hoje (24/3).O Ministério Público Federal (MPF)
ingressou com uma ação civil pública contra a prefeitura do município, a
Fundação Municipal do Meio Ambiente (Faema) e a empresa responsável pelas
obras. Conforme o MPF, o residencial estaria sendo erguido sobre área de
preservação permanente, próximo ao rio e a nascentes, tendo inclusive o Ibama
embargado a obra. A liminar foi deferida em setembro do ano passado pela
Justiça Federal de Blumenau até a conclusão da fase de coleta de provas
necessárias ao julgamento final do caso.A empresa Frechal Construções e
Incorporações recorreu então ao TRF4. Ao analisar o caso, o desembargador
Lugon lembrou que, em outra ação, um mandado de segurança impetrado pela
construtora, foi proferida sentença suspendendo o embargo do Ibama e
determinando o reinício das obras. No entanto, o magistrado ressaltou que, em
processos que versam sobre prováveis danos ambientais, "o mero risco de
dano é suficiente para que sejam tomadas todas as medidas necessárias a evitar
sua concretização".Assim, levando em conta os princípios da prevenção e
da precaução, o risco de lesão ao meio ambiente e o fato de as obras estarem
em fase inicial, Lugon entendeu que deve ser mantida a suspensão da
construção. Tendo em vista a existência das duas ações envolvendo o mesmo
caso, o magistrado também determinou que a ação civil pública fique suspensa
até que o TRF4 julgue a apelação referente ao mandado de segurança.
AI
2008.04.00.034672-9/TRF
REDUÇÃO DAS ÁREAS DE APPs
EDUINO DE MATTOS 25/03/2009 06:59:15

PRÁTICA E PRESSÃO DO PODER ECONÔMICO !
aqui no rgs por conta da discussão da
im plantação da agência de cobrança da água na assembléia legislativa em
2008, A PRESSÃO FOI DO IRGA e DA FARSUL, argumento: isto estará inviabilizando
a agricultura ? além do mais vamos ter que pagar a água que sempre utilizamos
de graça no plantio do arroz !

ALÉM DESTA AGORA HÁ A INVESTIDA DE UM GRUPO
MULTINACIONAL DAS PAPELEIRAS QUERENDO PLANTAR SILVICULTURA (EUCALIPTOS,PINUS
ETC.)DESORDENADAMENTE
POR DECRETOS ! ? E COM APOIO DA GOVERNADORA DO ESTADO.

O
MINISTÉRIO PÚBLICO TEM UM PAPEL FUNDAMENTAL NESTA QUESTÃO, O TEM QUE
PROVIDENCIAR É NA QUALIFICAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PESSOAL E TÉCNICO PARA
FAZER FRENTE A ESPECULAÇÃO.

OBS.o MP conta com o apoio integral dos
ambientalistas nesta empreitada.

eduino de mattos
comitê de bacia do rio
guaiba ,porto alegre rs.
Santa Catarina: o Estado anti-ambiental
Caio Floriano dos Santos 25/03/2009 08:42:34

Parece que nossos governantes não aprendem com as tragédias. Moro em uma
cidade no Estado de Santa Catarina que foi totalmente afetada pelas cheias de
novembro de 2008 e sabemos que este código ambiental terá consequências
altissimas em uma próxima Enchente.
Mas nossos governantes não estão nem
ai.
Mudança da Categoria da UC do Parque EStadual do Tabuleiro para
flexibilizar a construção de empreendimentos imobiliários e agora Código
anti-ambiental de SC.
Realmente nossos governate estão de parabéns, pois,
quando acho que atingiram o patamar mais alto contra o meioambiente eles sempre
inventam algo novo.
Matas Ciliares
Nery Prux 26/03/2009 20:13:12

- Em 26 de junho de 2004, percorri o Rio D'Una, da sub-bacia do Rio Tubarão,
onde 84,6% do consumo de água (classe 1), é responsabilidade de arrozeiros que
deixaram um passivo ambiental de menos de 0,1% de matas ciliares ao longo de
mais de 26 Km de extensão. Alem do mais, à jusante, a água é captada pela
Casan, para abastecer o municício de Imbituba.Vale salientar ainda que o
cultivo de arroz ao longo do Rio D'Una, não dá-se de maneira ecológica e sim
com a utilização de agrotóxicos e herbicidas sistêmicos.
- Pergunto: ONDE
ESTÁ O MINISTÉRIO PÚBLICO???
dos covardes a história não fala !
berenice Pereira 30/03/2009 11:18:41

Brilhante Promotor de Justiça deste estado!
Botas o coração em tudos que
fazes!
Galgas os degraus da vida com altivez e coragem,és valente na defesa
dos teus ideais que são tambem o da grande maioria das pessoas de bem.Quem não
quer melhorar a vida das pessoas e preservar a vida do planeta é egoista ,e
não se preocupa com as erações futuras.
Continua firme nos teus
propositos.
Parabens,estamos contigo!
UTOPIA AMBIENTAL ou produção de alimentos
Agricultores 01/04/2009 05:44:15

Ei vocês. É vocês mesmo. Que ficam falando um montão de bobagens. Que acham
que sabem alguma coisa sobre ambiente. Vocês que moram naqueles murros de pedra
que chamam de apartamentos/predios, já viram como se produz alimentos naturais,
é, aqueles que vocês tanto querem que sejam produzidos por que são mais
saudáveis, pois é eles são produzidos em áreas que vocês querem que sejam
extintas com a aplicação do Utópico código florestal Brasileiro. Vão comer
comida produzida em laboratório, é isso que vocês querem.
Já pensaram que
existem milhares de pessoas, jovens, crianças e idosos que vivem e dependem das
pequenas propriedades onde residem e que foram os financiadores dos vossos
movimentos que as venderam atraves das companhias colonizadoras e com as
fortunas que conseguiram hoje financiam esse monte de gente que fica por aí
dizendo um monte de bogagens. Os ricos que mandam dinheiro pra vocês é que
mandaram derrubar tudo e ficaram ricos com isso, e hoje pagam salário pra
vocês dizer um monte de asneira.
Sei que não vou mudar vossas idéias mas
estou falando por milhares de pessoas que precisam dessas áreas para
sobreviver, caso contrario vão inchar ainda mais os cinturões de favelas nos
grandes centros urbanos. Os salários de vocês estão garantidos inclusive
pelos impostos que estas pessoas pagam. E então vamos proteger o meio ambiente
e extinguir o ser humano da terra. E uns produzem e outros comem sem saber como
se produz. Utopia ambiental x produção de alimentos.
Anônimo 01/04/2009 06:44:05

agricultores ignorantes vao se informar
Parabens
Thiago 01/04/2009 10:27:55

O povo tem o governo que merece
parabens aos catarinenses que logo logo terao

todos seus rios como o tietê


todas as cidades litoraneas como santos e
cubatao
parabens ao governador por fechar a biblioteca da fatma (ISSO MESMO
FECHOU UMA BIBLIOTECA AMBIENTAL) trancando os estudos que os desmacara numa
sala.


se vcs querem floria ou outra cidade catarinenses como Veneza... entao
que aguente o cheiro de merrda
Tatiana Montebeller 02/04/2009 09:45:40

Essa é a mais pura realidade!!!
lutar sempre
Eloah Margoni 02/04/2009 14:01:20

Parabens, Promotor! precisamos de pesoas assim.
Sabemos que nossas vitórias
ambientais são sempre provisórias, enquanto nossas derrotas são permanentes,
no entanto, nunca se deve parar de lutar enquanto podemos fazê-lo!
Eloah
Margoni
Qual é a solução?
Jeferson Zucchi 03/04/2009 15:02:40

Acredito que essa proposta não irá se manter,e também acredito que a APP, no
estado de SC, deva ser mantida do jeito que está. Porém deve ser valorizado os
proprietarios rurais que preservam ou deveriam preservar seus corregos e
nascentes, lembrando o Art 225 da CF, todos tem direito.... . Portanto porque
não pagar para os proprietarios rurais preservarem. Tanto se fala de preservar
a APP para termos aguas limpas, mas quando essas aguas passam pelas cidades como
elas ficam?. Muitos dos que falam não sabem onde seus esgotos são depositados,
será que não caem na agua que deveria vir preservada na nascente?.
Para que
ocorra uma efetiva preservação e recuperação todo o ciclo deve ser abordado.

quero deixar claro que minha opinião que não concordo com APP DE 5m, isso
não tem logica. Acredito que seria mais conveniente discutir sobre a RL, será
que peguenos fragmentos florestais destribuidos em pequenas propriedades é
interessante? ou se o poder publico disponibilizase recursos para criação de
parques municipais ou estaduais e desce condicoes aos pequenos proprietarios
para comprarem areas nesses locais, formando assim uma floresta consideravel.
Engenheiro Florestal
Nilton Schneider de Souza 07/04/2009 07:13:39

O código Ambiental,se não tráz avanços;pelo menos tenta viabilizar a
permanencia do homem no campo,isto ficou evidenciado com a presença de mais de
5 mil agricultores no dia da votação. Caso o Governo Federal
continue
aplicando as leis ultrapassadas o exodo
rural continuará. Os
agricultores perma-
nescendo no campo economizam 7 vezes,
para os cofres
públicos(FAO). O famigerado decreto 750/93,que agradou diretamente os mais
radicais(revogado),após 16 anos dos 30% que viviam no campo,ainda restam 5 a
8%.Na insistencias da aplicação de leis burras
continuaremos a ver todos nas
cidades
onde podem morar a 1,2,3,4,5 metros dos rios,trazendo
desempregos,fome,miséria,drogas,prostituição,la trocinio,homicidios etc. Por
favor deixem os agricultores trabalharem em paz.
qual a solução justa ou melhor?
airton 07/04/2009 08:53:07

Herdei dos meus pais 3 alqueires de terra depois de deis anos trabalhando e
economizando comprei 4 partes dos meus irmãos totalinzando então 15 alqueires
esse terreno é de nossa familia a mais de 50 anos atualmente planto em 3,5(tres
alqueires e meio) e resto não posso usar, me sinto como se tevesse comprado um
apartamento de tres quartos e dois banheiros e só poder utilizar um quarto e um
banheiro o resto ter que deixar para os sem teto quem vai me pagar esses anos de
trabalho? quem vai me pagar esses 11,5(onze alqueires e meio )que sou obrigado
a deixar para a natureza?claro que concordo que temos que preservar,mas o fato
é que só uma parte da sociedade tem que arcar com o pagamento, porque isso?
E agora José?
Juares Oliveira 07/04/2009 13:34:49

Ministra concede liminar para suspender lei que proíbe uso de fogo na colheita
de cana-de-açúcar
STF
Data:
A ministra do Supremo Tribunal Federal
(STF) Ellen Gracie deferiu liminar em favor do Sindicato da Indústria de
Fabricação do Álcool de São Paulo (Sifaesp) e do Sindicato da Indústria do
Açúcar de São Paulo (Siaesp) para suspender os efeitos de decisão do
Tribunal de Justiça do estado (TJ-SP) que considerou válida a Lei 4.446/03, de
Botucatu, que proíbe a utilização de fogo na colheita da
cana-de-açúcar.
Contra essa lei, as duas entidades ajuizaram Ação Direta de
Inconstitucionalidade (ADI) no TJ-SP, alegando que a norma municipal violaria os
artigos 24,VI e 30, I, da Constituição Federal, uma vez que sua edição não
teria observado a competência estadual para legislar sobre meio ambiente.
O TJ
julgou improcedente a ação. Contra essa negativa, Sifaesp e Siaesp
interpuseram Recurso Extraordinário (RE) no próprio tribunal estadual, para
envio ao STF. Mas, como o RE não possui efeito suspensivo, as entidades
recorreram ao Supremo, por meio da Ação Cautelar (AC) 2316, exatamente para
atribuir efeito suspensivo ao RE, ou seja, suspender a decisão do tribunal
paulista e, em conseqüência, permitir o uso do fogo na colheita da cana, até
que a questão seja julgada em definitivo.
A urgência, de acordo com a Sifaesp
e a Siaesp, está no fato de que a colheita da cana de açúcar tem início em
abril, e o prazo para cadastramento de requerimentos para queima terminou no
último dia 2.
Plausibilidade e demora
As razões apresentadas evidenciam a
plausibilidade jurídica, visto que o artigo 24, IV, da Constituição,
estabelece que compete à União, aos estados e ao Distrito Federal legislar
concorrentemente sobre florestas, caça, pesca, fauna, conservação da
natureza, defesa do solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e
controle da poluição, frisou em sua decisão a ministra Ellen Gracie. Já o
perigo na demora se comprova tendo em vista o início da colheita e a
limitação imposta pela lei, acrescentou a ministra.
Ellen Gracie lembrou,
ainda, que a Corte já reconheceu a existência de repercussão geral nesta
questão constitucional. Trata-se do RE 586224, relatado pelo ministro Eros
Grau, no qual se discute a proibição da queima para colheita da cana de
açúcar, constante em uma lei do município paulista de Paulínia, embora
exista permissão estadual para sua utilização, revelou a ministra.



www.editoramagister.com
O que é justo para todos.
Andreia 08/04/2009 12:40:23

Acredito que possa haver um acordo entre os 5 metros e os 30 metros que devem
ser deixados para preservação ambiental, não seria mais justo chegar a um
acordo com parâmetros no qual as pessoas proprietárias dessas áreas não
sejam tão prejudicadas? e que a natureza também tenha sua parte de
preservação? Acho que deveríamos buscar o bom senso para ambos os lados
ficarem satisfeitos, e assim não gerar tanta confusão.
Obrigado.
INOPERANTES...
ALBERTO VILVERT 13/04/2009 17:07:00

O termo pode não ser o exato para definir essa discussão levantada sobre ,
principalmente mata ciliar, na questão ambiental. Pasme 30 ou 5 m a margem dos
rios é de pouca diferença quando o restante da montanha já está a chão
limpo. Deveria haver sim preocupação com a quantidade de mata preservada
também nas áresas mais altas e intermediarias onde pode haver maior
contenção de água que então mais eficazmente seria alimentadora dos
lençóis subterraneos. Enquanto a mata ciliar menos eficaz pois as águas
drenam com mais rápidez ao leito dos rios não havendo a contenção das
mesmas. Evidente, não disse que as matas ciliares são desnecessárias, afirmo
que as restantes tem a mesma ou maior importancia no papel climático.
governo catarinense é hipócrita
Paulo Roberto 14/04/2009 12:42:50

O governador Luis Henrique, como sempre faz, cumpriu bem seu papel de ator
teatral, derramendo falsas lágrimas quando da catástrofe catarinense por causa
das cheias e desbarrancamentos ocasionados pelo mau uso da natureza e pelo
desmatamento. Agora este mesmo hipócrita governador,mancomunado com de****dos
que representam o poder imobiliário e sua exploração não
sustentável,aparovam um absurdo destes: um código ambiental que é verdadeira
sentençade morte para o meio ambiente catarinense. E DAÍ MINISTRO MINC? VAI
FUGIR PELA TANGENTE DE NOVO, COMO FEZ EM RELAÇÃO AO SAFADO DO GOVERNADOR
BLAIRO MAGGI NO MATO GROSSO??? E DAÍ MINISTÉRIO PÚBLICO! VAI DEIXAR PASSAR
ESTE ABSURDO???
E VAMOS COMER OQ???
SILVIO 15/04/2009 08:03:33

ISSO MESMO! EU PERGUNTO PQ TODOS ESSES INCREPULOS AMBIENTALISTAS ESTÃO
CONDENANDO ESTE NOVO PL, MAS ISSO PQ ESTÃO MUITO BEM ACOMODADOS NO LITORAL
BEIRA MAR, CURTEM FERIAS PELO MENOS 1 VEZ POR ANO ETC... E NA MAIORIA DAS VEZES
P SOBREVIVER TRABALHAM PARA INSTITUIÇÕES Q LHES PAGAM MAS Q PRODUZEM MAIS
IMPACTOS AMBIENTAIS Q QUEM REALMENTE TRABALHA NA TERRA AKI EM SC. BUSCO ATE HJ
UM EXPLICAÇÃO PARA OS DESASTRES OCORRIDOS NO LITORAL EM 2008, MAS Ñ ENCONTRO
NADA LOGICO, POIS ESTA É A REGIÃO Q MAIS TEM MATAS E ACONTECEU ISSO, SABEMOS
Q, DE ACORDO COM AMBIENTALISTAS, O OESTE É O MAIR DESMATADOR DO ESTADO E AQUI
ISSO Ñ ACONTECEU. POIS BEM, ESTAS PESSOAS Q SE POSICIONAM CONTRA ESTE PL, SO
FALAM DA BOCA PRA FORA E EFETIVAMENTE Ñ FAZEM NADA PARA A EVOLUÇÃO DO MEIO,
PQ Ñ DEIXAM DE CASAR E TER FILHOS Q DAI A TERRA VAI SE ESVAZIAR E VAMOS VIVER
NO MEIO DO MATO COMO NO INICIO. AI PERGUNTO QUAL O SENTIDO DA VIDA? SABEMOS Q O
SER MUDA O MEIO E O MEIO MUDA O CER, ENTÃO DEVEMOS ESTAR EM CONSTANTE
EVOLUÇÃO E Ñ TENTARMOS REGREDIR.
Ñ DEFENDO AGREÇÕES AO AMBIENTE MAS SIM
O USO RACIONAL DOS RECURSSOS NATURAIS NESTE SENTIDO FASSO UMA SUGESTÃO A QUEM
DIS SER UMA LEI "ANTI"AMBIENTAL, PQ Ñ COMESSAM DAR BONS EXEMPLOS DE
PRESERVAÇÃO DOS RECURSSOS NATURAIS E ASSIM CONVENSER A POPULAÇÃO DE Q ISSO
REALMENTE É ERRADO? PQ Ñ DEIXAM DE USAR SEUS CARROS, SEUS CALSADOS SUAS
ROUPAS, O PAPEL ATE P/ IGIENE, ENTRE OUTROS, POIS ASSIM ESTARIAM INVIABILIZANDO
A PRODUÇÃO DE SOJA, ALCOOL ... PARA COMUSTIVEIS, EVITARIAM O DESMATAMENTO PARA
FORMAR PASTAGENS Q LHES DÃO OS SAPATOS AS BOLSAS ETC, ESTARIAM INVIABILIZANDO O
MONOCULTIVO DE PINUS E EUCALIPTOS Q LHES DÃO O PAPEL, ASSIM COMO A PLANTIO DE
ALGODÃO PARA A ROUPA.
VAMOS FAZER ISSO? AI VIVEREMOS EM UM LINDO BOSQUEM COM
AGUAS "LIMPIDAS E PURISIMAS" E TODOS SERÃO FELIZES PARA SEMPRE...
PELADOS E SEM COMER, MAS NO MATO!!!!
Anônimo 15/04/2009 08:18:08

bobagens meu amigo, bobagens vc escreveu; desmatar mais nao trara mais
alimentos, so destruicao e pobreza logo a frente pros pequenos agricultores,
Brasil precisa de melhor agricultura (sem monoculturas gigantescas) e respeito
ao meio ambiente para produzir alimentos de qualidade e em quantidade,
pelamordedeus ok?
Parabèns Dr Luiz Eduardo Souto
geni 17/04/2009 19:43:45

Promotor Luiz Eduardo Souto, Parabéns!
Que bom que você existe! Que bom que
existe o Ministério Público(e bem atuante no nosso estado)Parabéns a toda
equipe do Ministério Público por mais esta luta! Nós, o povo consciente,
estamos com vocês!
Parabéns Dr Analúcia Hartmann
geni 17/04/2009 19:54:38

Por justiça preciso parabenizar tbém
uam grande defensora do meio ambiente em
SC Dr Analúcia Hartmann! Nós, o povo consciente, que paga os impostos mas que
estamos a mercê de nossos(des)governos e parlamentares inconscientes, estamos
com você!
Utopia!
Carlinhos 20/04/2009 12:29:35

Ei. Voce aí que diz que o código florestal não permite a produção de
alimentos.
pseudos agricultores, misto de erva daninha com formiga
cortadeiras.
Sabiam que no mundo se produz duas vezes e meia mais alimento do
que o necessário para o consumo humano?
Que mesmo assim muita gente morre de
fome, aí mesmo em "Santa" Catarina.
O problema não é a produção de
alimentos e sim a distribuição.
Outra coisa, a natureza cobra o seu preço,
seja com abundancia de água, vide o caso de Blumenau e o vale do Itajaí ou
pela falta d"agua como é o caso do Oeste do Estado de SC.
A natureza pune.
viixi!
Tatiana 10/05/2009 20:50:38

oie eu tenho 14 anos e mora no estado de SC ;D,nossa isso ja ta ficando ridiculo
porque eu acho que nem presiza perde tempo e sim tomar atitudes porque esse
treco ai de 5m so vai piora a situação,mais eu concordo que é complicado para
os fazendeiros não poder utilizar suas terras mais entao que não baixassem
tanto que fosso 15m no minimo mais 5m pessoal é mto pouco e que no futuro pode
prejudica-los,pois nos não temos que ser egoistas e banais e persarmos so na
gente temos que pensar no proximo e sim na natureza e nos animais pois eles que
nos oferessem tudo que temos mais não sabemos valorizar bem :S,porque se esses
30 metros dados aos fazendeiros sei la mais quem fozem bem utilizados tudo bem
mais o problema meus queridos é que as pessoas não sabem utilizalos
corretamente! é eu tenho certeza que não vão saber porque sempre a ganancia
vem na frente! porque o brasil é u mpais rico em floresta fauna etc,mais por
nossa culpa isso ja não fais mais parte da cara do Brasil,ok ? entao que fosse
pra 15 metro,que por sinal ainda é pouco,mais melhor que 5m é!
sinceramente
eu fico de cara com essas atitudes! as pessoas deveriam pensar mais antes de
agir,pq se pensassem no futuro não teriam feito isso tenho certeza! mais dexa
quando passa o tempo e começa da problema dai eu pago pra vê! :* ushoaush
oie
Tatiana 10/05/2009 20:55:43

fora as pessoas que fazem trafico de animais da amazonia,aai isso é ridiculo
odeio isso mesmo! é a ganancia né pq pelo mizero prazer de te um bixinho
bonito e caro em casa,achão que podem,coitados --'
pobrezinhos ficam longe da
familia do seu habitati,imagina se fosse um ser humano,se fosse agente nessa
situação,mais ninguem pensa no proxima so em si mesmo e é bem por isso que o
mundo ta desse jeito -' mas o mundo veio perfeito mais as pessoas que o
destruiram,mais ainda bem que restam pessoas que tem uma concientização boa!
gestão Ambiental
miguel colaço 02/06/2009 08:57:22

acho um verdadeira palhaçada as pessoas que tem animais em cativeros presos
como se fossem assassinos na verdade quem realment são assassino e aqueles que
prendem o bichinho
oi
João 08/06/2009 15:53:33

eu sou de SC, acho esse estado muito pequeno, mas eu não acho certo essa
alteração na lei, existem outros estados bem menores que SC, eu acho que não
deveria ser auterrado isso é pura burice
Codigo ambiental de SC! Certo ou errado?
Rafael Francisco 05/09/2009 11:37:32

boa tarde. moro em santa catarina e gosto do meu estado, então me acho no
direito de lhes fazer um comentario!
ambientalistas dizem q este codigo é
prejudicial para o estado, pois é pouco frente aos 30 metros nas margens dos
rios do outro codigo, mas estas pessoas não veem que se eu só possuo a
alternativa de plantio no campo e eu possuo pouca terra como vcs acham q eu vou
conseguir viver no campo??, se estão pagando tam pouco pelo q produzo?? minha
alterntiva é duas:: primeira é vender minhas terras e ir morrar na cidade e
viver sustentado pelo governo atrasvez de migalhas e morando em favelas que
muitas vezes nem possui saniamento basico, e a segunda seria plantar em toda a
minha propriedade incluindo a faixa de preservaçao pois eu tenho q produzir
muito para poder oferecer saude de qualidade para minha familia(que é de
qualidade só se for paga), educação de qualidade para meus filhos(tambem é
de qualidade só se for paga)e viver bem qual das duas vcs ambientalistas
escolheriam??? bom eu fico com a segunda e não mudo minha ideia!! agora se vcs
ambientalistas não lutarem por melhores preços para os produtos tirados das
terras como nós agricultores poderemos colaborar com a preservação dessas
faixas de terras?? nós não temos outra escolha!! então se vcs forrem
profissionais o suficientes vcs olham os dois lados antes de tirar suas
concluzões muitas vezes precipitadas demais, e tambem lutam por nós e o meio
ambiente!!
e nas cidades?
Anônimo 13/10/2009 18:39:07

Olá, a cidade de Tubarão-SC é cortada por um rio que pela sua largura
obrigará o reflorestamento de 50 metros em cada lado. As duas ruas 'beira-rio'
e todas as casas e prédios que estão na faixa prevista em lei, aqui em
Tubarão-SC e também qualquer outra cidade cortada por rios, serão DEMOLIDOS
pela prefeitura, para que sejam plantadas
árvores?????????????????????????????????????????? ????????????? Espero que
todos os ambientalistas estejam morrando na beira de rios em suas cidades, e
tenham suas casas e escritórios demolidos em prol da preservação da natureza
...
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