A nova Política Nacional de Resíduos Sólidos está cada vez mais perto de sair do papel. Hoje (15), o grupo de trabalho da Câmara dos Deputados criado para analisar o documento aprovou as mudanças sugeridas pelo deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP). Em junho de 2006, uma primeira proposta havia sido aprovada por comissão especial, que analisou 79 projetos sobre o tema. O novo texto prevê que empresas fabricantes de agrotóxicos, pilhas, baterias, pneus, óleos e lubrificantes ficarão responsáveis pela destinação final de seus produtos, depois de utilizados pelo consumidor, sistema chamado de “logística reversa”. Entre as principais medidas previstas no texto também está a proibição da importação de pneus usados e outros resíduos – a importação de pneus usado já estava proibida desde 24 de junho por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). A proposta ainda será levada para votação em Plenário.
Leia também
Desmatamento e degradação têm queda expressiva na Amazônia
Governo federal comemora tendência de queda e mira na meta do desmatamento zero até 2030. Cerrado também apresentou redução no desmate →
Subsídio a empresas que destroem biodiversidade é 32 vezes maior que para aquelas que a protegem
Relatório do IPBES mostra fluxo global de financiamento público e privado com impacto negativo direto sobre natureza foram da ordem de US$ 7,3 trilhões em 2023 →
STF amplia pressão sobre União para conter desmatamento na Amazônia
Decisão amplia prazos e impõe auditorias, planos de ação e reforço institucional para enfrentar falhas estruturais no combate ao desmatamento na região →




