O Xingu que morrerá

terça-feira, 20 abril 2010 21:36

Neste dia 20 de abril de 2010, o governo federal conduziu o leilão de concessão da usina hidrelétrica de Belo Monte. O empreendimento dará origem à terceira maior barragem do mundo e terá potência instalada de aproximadamente 11,6 mil MW. Neste ensaio o ambientalista e advogado Donizete Tomé revela o que será perdido sob o lago de Belo Monte. Saiba mais lendo as reportagens “Aprovada sem louvor” e “Para ONGs, leilão foi ilegal”.

Este será o ambiente destruído.

A bela floresta do Xingu vai para debaixo d’água. Foto: Donizete Tomé.
A floresta da região. Foto: Donizete Tomé.
Os impactos sobre as aldeias no Rio Bacajá são incertos. Este rio desemboca no Xingu bem na volta grande. Foto: Donizete Tomé.
As corredeiras cobiçadas. Foto: Donizete Tomé.
As florestas nas ilhas do rio ficarão submersas. Foto: Donizete Tomé.
Crianças do Xingu têm futuro? Foto: Donizete Tomé.
Os indígenas serão deslocados por conta da obra de Belo Monte. Foto: Donizete Tomé.
Já ameaçadas pelo desmatamento, terras indígenas sofreram pressão da obra. Foto: Donizete Tomé.
Mais uma aldeia que será impactada. Foto: Donizete Tomé.
Mais das belas curvas do Xingu. Foto: Donizete Tomé.
Nas proximidades da grande curva. Foto: Donizete Tomé.
O cair da tarde na área da futura barragem. Foto: Donizete Tomé.
O rio visto de cima na área que será alagada. Foto: Donizete Tomé.
Xingu. Foto: Donizete Tomé.
Xingu. Foto: Donizete Tomé.

 

Deixe um comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.