
Dos gabinetes de Brasília ao fundo do Mar, passando pelo Cerrado e outras paragens, Fabio Olmos e Aldem Bourscheit revelam as últimas notícias sobre conservação e política ambiental.
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| Últimos refúgios do Canastra |
| 05/02/2010, 10:30 | |||||||
O tatu-canastra (Priodontes maximus) é o maior tatu do planeta, pode chegar a 60 quilos. Naturalmente incomum, a espécie é considerada ameaçada pela destruição de seu habitat e pela caça, embora originalmente ocorresse na maior parte do Brasil. Sua situação na Mata Atlântica é grave, segundo pesquisa de Ana Carolina Srbek-Araújo, Leandro Scoss, André Hirsch e Adriano Chiarello, que econtraram evidências da espécie apenas no Parque Estadual do Rio Doce (MG), na Reserva Biológica de Sooretama e na vizinha Reserva Natural Vale, ambas no Espírito Santo. Ficou claro que a espécie desapareceu de áreas onde antes havia sido registrada nas décadas de 1990 e início da de 2000, como na fronteira entre Minas Gerais e Bahia, onde a caça é intensa e a lei ausente. Já a reserva de Sooretama é atravessada pela BR-101, um conhecido matadouro de animais, atropelados no intenso tráfego de caminhões e uma barreira efetiva que isola suas populações. Uma boa amostra sobre o comportamento brasileiro para 2010, ano internacional dedicado à biodiversidade. Saiba mais: Minc e a licença bizarra de Jirau A Chapada da Soja Sinal vermelho Tiro no pé ![]()
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O tatu-canastra (Priodontes maximus) é o maior tatu do planeta, pode chegar a 60 quilos. Naturalmente incomum, a espécie é considerada ameaçada pela destruição de seu habitat e pela caça, embora originalmente ocorresse na maior parte do Brasil. 