
Dos gabinetes de Brasília ao fundo do Mar, passando pelo Cerrado e outras paragens, Fabio Olmos e Aldem Bourscheit revelam as últimas notícias sobre conservação e política ambiental.
fabio@oeco.com.br
aldem@oeco.com.br
Siga O Eco
| < | Fevereiro 2010 | > | ||||
| S | T | Q | Q | S | S | D |
| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |
| 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 |
| 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 |
| 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 | 28 |
| Guerra das reservas legais |
| 03/02/2010, 13:17 | |
|
Notícia replicada pelo portal Celulose Online dá conta de que o Maranhão poderá "perder" uma fábrica de papel e celulose da Suzano para o estado do Tocantins. Aparentemente, o motivo não tem nenhum fundamento fiscal, mas sim ambiental. Acontece que o Maranhão está praticamente todo dentro da área da Amazônia Legal, onde só se pode desmatar 20% de cada propriedade. Enquanto que o Tocantins está no Cerrado, onde se pode desmatar exatamente o inverso, oito em cada dez hectares das propriedades rurais. Executivos da Suzano teriam procurado a governadora Roseana Sarney e comentado sobre um "prazo" de seis meses para resolver a questão. Os planos da empresa para o estado incluem investimentos de aproximadamente três bilhões de reais para implantar uma fábrica de papel e celulose, bem como os plantios de milhões de eucaliptos para seu funcionamento. Um dos "motivos" para o aporte seria a "infraestrutura estratégica" estadual, como as ferrovias Carajás e Norte-Sul. Saiba mais: Menos Cerrado, mais eucalipto Cem milhões no Nordeste Suzano no Piauí Migrações e disputas estaduais ![]()
|


