Segundo o MP, o acordo só existe porque o governo federal queria agilizar as obras da hidrelétrica de Jirau e conseguir o licenciamento de Rondônia para a inundação de 600 hectares da Floresta Estadual Rio Vermelho A, fato que ocorreu após a aprovação do Estudo de Impacto Ambiental - uma vez que a localização da barragem foi desviada. Mas, ainda de acordo com os procuradores, a troca acertada se baseia em argumentos políticos, e não técnicos, e a natureza sairia prejudicada. Neste mês, o Exército deu sinais de retirada da Floresta Nacional após três meses de ação mal sucedida, já que Minc decidiu tirar os gados lá de dentro, e não as pessoas que cometem crimes ambientais há mais de uma década.