Dados semanais sobre turbidez do Rio Madeira têm sido coletados pelo Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), vinculado à Casa Civil, para apontar os impactos que as hidrelétricas de Santo Antônio e de Jirau possam trazer ao rio, maior afluente do Rio Amazonas. Quanto maior a turbidez, menor a passagem de luz e maior a quantidade de sedimentos, um dos temas mais debatidos durante a elaboração dos projetos. E não pela grande quantidade transportada pelo Madeira, apontada como possível entrave técnico ao funcionamento das usinas, mas também porque transportam alimentos para várias espécies de peixes. A coleta e análise dos dados conta com apoio da Agência Nacional de Águas. Informações comparativas serão geradas por pelo menos cinco anos.

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