E segue a polêmica envolvendo o setor Noroeste, nova área para habitações no Distrito Federal, chamada pelo governo de "primeiro bairro ecológico do país", mesmo com projeções para derrubar quase mil hectares de Cerrado. Além disso, há um grupo de cerca de 30 indígenas no local, fincando pé para permanecerem em terras que alegam como suas há gerações. O local também receberia índios migrantes ou em viagens pelo país. Por tudo isso, a licitação da obra marcada para o dia 26 pode acabar cancelada pela Justiça. A expectativa é de que o conjunto habitacional movimente R$ 11 bilhões. Os indígenas teriam pedido R$ 73 milhões para deixar o local.

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