Capaz de gerar acidentes graves, como os famosos casos de Goiânia ou Chernobyl (Ucrânia), o material radioativo continua em pauta no mundo inteiro – e não apenas em função das usinas nucleares. Segundo reportagem da agência de notícias Bloomberg, o mercado de reciclagem de produtos metálicos médicos e industriais leva Césio-137 e cobalto para residências. Nos Estados Unidos, por exemplo, os fabricantes de bolsas e ferramentas usam os equipamentos descartados como matéria-prima. Esse mercado de reciclagem movimenta 140 bilhões de dólares anuais.

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