De acordo com a Agência Internacional de Meio Ambiente (EIA, na sigla em inglês), não-governamental situada no Reino Unido, o contrabando de marfim e peles de animais ameaçados de extinção, como o tigre, rende cerca de dez bilhões de dólares ao ano para os cofres privadosO inidiano Sansar Chand, por exemplo, é acusado de vender 12 mil peles de bichos em perigo para um mercado negro no Nepal. O jornal The Guardian pôs no ar um vídeo feito com uma câmera escondida, na China pela EIA que mostra um sujeito tentando vender a pele de um tigre para um funcionário da Ong disfarçado.

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