répteis
Incêndio no Instituto Butantan, em São Paulo, é uma das maiores tragédias para a pesquisa zoológica brasileira e no conhecimento da biodiversidade neotropical.
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Espécime registrado nas proximidades de Barra (BA) tem olhos que se movem em direções diferentes, como fazem os camaleões do Velho Mundo.
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Biólogo localiza espécies da Mata Atlântica no vale do rio Peruaçu, região pouco estudada no norte de Minas Gerais.

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Cientistas descrevem duas novas espécies de lagartos brasileiros encontradas ao longo de um levantamento de sete anos sobre a biodiversidade de um grupo de répteis no Cerrado.
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O paulista Ronis Da Silveira terminou seu curso de Biologia na USP e mandou-se para a Amazônia para conviver e pesquisar os bichos que mais admira no mundo.
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Coordenado pelo professor Paulo César Machado Andrade (Universidade Federal do Amazonas) e apoiado pelo governo federal, o Projeto Pé-de-Pincha está completando uma década de atividades esta semana. No período, foram salvos 850 mil filhotes de tracajá (um filhote na foto acima), quelônio que as populações adoram ver dentro da panela. O projeto ensina alunos, professores e ribeirinhos a protegerem ovos de quelônios (tartarugas, jabutis e tracajás) depositados em praias da várzea do rio Amazonas. Assim, se garante a população desses animais na natureza. Também se incentiva sua criação comercial em cativeiro. Cerca de 68 comu­nidades são atingidas, nos municípios de Parintins (AM), Barreirinha (AM), Boa Vista do Ramos (AM), Nhamundá (AM), Terra Santa (PA), Oriximiná (PA) e Juriti (PA). Ah, pincha é como chamam por lá a tampa das garrafas de refrigerante. Como os tracajás deixam uma pegada semelhante, daí o pé-de-pincha.

Saiba mais:

http://www.ibama.gov.br/provarzea/download.php?id_download=149
http://www.ibama.gov.br/provarzea/index.php?id_menu=14&id_arq=87
 
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