desmatamento
Apesar das queimadas, dados do Inpe mostram queda de 47% em relação a 2009 na Amazônia Legal.
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Criar ranking dos municípios campeões de desmatamento distorce a informação, porque os municípios grandes sempre encabeçam as listas.
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No momento em que a demanda por alimentos cresce em todo mundo, o aumento do desmatamento se torna ameaça. 
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A imagem abaixo captada, no dia 21 de agosto, pelo sensor Modis do satélite Terra, da Nasa, dá uma amostra do que ocorreu no sul do Pará no mês anterior, quando o estado liderou o aumento do desmatamento na Amazônia. Segundo anúncio feito nesta segunda (dia 29) pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, a taxa de devastação na floresta dobrou no mês de agosto em comparação com o mês anterior, atingindo 752 km2. 

Na imagem acima, pode -se ver a concentração de queimadas (um dos indícios do avanço da devastação) na área de influência da BR 163, estrada que liga Cuiabá a Santarém e está sendo asfaltada pelo Governo Federal. Em seu entorno para conter a devastação foram criadas várias unidades de conservação, que como já mostrou o Monitor também estão em chamas. Aliás o exemplo da BR 163 como um indutor de desmatamento foi o que levou o Ministério do Meio Ambiente a cancelar o licenciamento de outra rodovia na Amazônia, a BR 319. Leia reportagem sobre o tema. Abaixo, também em uma imagem do Satélite Terra com arte d'OEco, pode-se enxergar o que foi que assustou o ministro Carlos Minc e o fez parar a licença para o asfaltamento. A foto foi tirada pelo sensor Modis no dia 30 de agosto. Os pontos vermelhos são as queimadas, que segundo informações recentes avançam cada vez mais de Rondônia para o sul do Amazonas (G. Faleiros)

 

 
Gostaria de ajudar a combater o desmatamento na Floresta Amazônica mas ainda não sabe o que fazer? A madeira plástica é opção viável e ainda ajuda a reciclar o nosso próprio lixo.
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Infográfico mostra em detalhes o que representam os 6.451 km2 de floresta derrubados entre 2009 e 2010.
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O Governo Federal e o Serviço Florestal Brasileiro em parceria com o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) lançaram neste ano o livro entitulado: “A atividade Madeireira na Amazônia brasileira: produção, receita e mercados”. A publicação tem por objetivo avaliar o atual cenário madeireiro da região amazônica de modo a subsidiar a formulação e implementação de políticas públicas capazes de estabelecer uma economia de base florestal sustentável e duradoura para a Amazônia Legal. Juntamente com a publicação anterior do Imazon, “A expansão madeireira na Amazônia”, formam a série mais completa de estudos sobre esta atividade econômica no Brasil.

O livro abrange os aspectos de produção, geração de renda e empregos do setor madeireiro, as zonas de produção madeireira da amazônia, uso de resíduos de madeira, a participação da madeira nativa amazônica em exportações e seu fluxo no mercado interno. Portanto, essa iniciativa traz um relatório síntese da evolução da produção de madeira processada em termos de volume de toras, do número de madeireiras ativas no setor madeireiro e da economia gerada por essa atividade econômica dentro da Amazônia Legal.
 
Minc não fez como Marina e Lula, e saiu comemorando a queda do desmatamento. Ao contrário, disse que a guerra continua. Ele escorregou ao criticar o número “não oficial” do Imazon.
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